Deixei
Não previ
Paguei
Como sempre
E vi
Eu de longe
De perto
Debaixo
Incerto
Hoje eu hesitei
Não quis
Mas não quero
E disse
Morreu
Espero
Ver concreto
Por sobre teu teto
Parei
De desejar
O fim meu
Pra desejar
O teu
Simulo a visão
Pra acreditar
E repito
Morreu
sábado, 18 de maio de 2019
sexta-feira, 3 de maio de 2019
fade out
quando em quando é assim
falar deixar vir
esse sono atroz
esse plano piloto
fazendo acontecer
um corrosivo nada
essa fome audaz
esse senhor glutão
saudando gentes várias
outras mães depois
esse estágio lúcido
dessas mentiras tais
os olhos são pesados
e os pensamentos mais
filha e filho
voo um
e o sem porquê
tem dias que acordo
tendo raiva de você
luta 10
talvez 11 + 1
passa o que passa
tem algo da ordem do comum
eu desapareci
quinta-feira, 25 de abril de 2019
A jornada do-eu
A
Mas se eu não viesse
Parece que não ia ser bem eu
Essa nova pessoa
Essa nova visão
Como a gente aprende
Todo dia
Tr3zentos
e 6essenta
e 5inco dias
Essa nova jornada
Essa nova lição
As vezes erro o caminho do pensamento
Vou parar por horas no endereço errado
Vou parar por dias
Vou parar
Às vezes eu preciso parar
Peito carregado
Não de tosse,
Coração
Mente cheia
Não de clareza,
Recordação
Eu não imaginava viver a jornada mais difícil da minha vida
Mas se eu não viesse
Parece que não ia ser bem eu
Essa nova pessoa
Essa nova visão
Como a gente aprende
Todo dia
Tr3zentos
e 6essenta
e 5inco dias
Essa nova jornada
Essa nova lição
As vezes erro o caminho do pensamento
Vou parar por horas no endereço errado
Vou parar por dias
Vou parar
Às vezes eu preciso parar
Peito carregado
Não de tosse,
Coração
Mente cheia
Não de clareza,
Recordação
Eu não imaginava viver a jornada mais difícil da minha vida
domingo, 21 de abril de 2019
tira fora o -
eu pensei
pensei tanto e tão eu
pensei
quanto foi
quanto
vai ser
parei
pra pensar
parei
de acreditar
atrás da janela
no pote
escondida essa doce ilusão
costumes de heróis
brinquedos pagãos
entre tanto a venerar
restava o pau e a mão
separações
caixas de coração
cada cor
ação de dois
vermelho ou preto
uns pros sins
outros pros nãos
sim, não se poderá medir o tamanho desse amor pelo metro curto dos erros
não, sim, é sim o grande amor da vida, ainda
pensei tanto e tão eu
pensei
quanto foi
quanto
vai ser
parei
pra pensar
parei
de acreditar
atrás da janela
no pote
escondida essa doce ilusão
costumes de heróis
brinquedos pagãos
entre tanto a venerar
restava o pau e a mão
separações
caixas de coração
cada cor
ação de dois
vermelho ou preto
uns pros sins
outros pros nãos
segunda-feira, 15 de abril de 2019
menino de recado
quando você entra aqui
eu abro a porta
eu grito um oi
já você quando entra aqui
sabe que tem coisa que você não sabe
jamais vai saber
você procura elo
e você pelo em ovo
a minha vida um livro aberto
concreta nessas palavras desconexas
mas vem de todo lugar
gente que repousa aqui
vem quem eu quero que venha
vem quem eu também não
esses dias foram 100 visitas
num único dia
100
pra um blog de poemas?
poeta
anonimato
escrita
desconstrução
e acessam meu histórico
vasculham o sentimento
livro aberto
é o que eu tenho aqui por dentro
palavras
as letras
os sons
mas pra você tudo bem
já pra você eu não sei
tomara que eu assalte a tua mente em sonho
te pegue e te leve pra tomar um café
tomara que eu habite teu pesadelo
pra você ver o que pra tosse é bom
impresionante
eu abro a porta
eu grito um oi
já você quando entra aqui
sabe que tem coisa que você não sabe
jamais vai saber
você procura elo
e você pelo em ovo
a minha vida um livro aberto
concreta nessas palavras desconexas
mas vem de todo lugar
gente que repousa aqui
vem quem eu quero que venha
vem quem eu também não
esses dias foram 100 visitas
num único dia
100
pra um blog de poemas?
poeta
anonimato
escrita
e acessam meu histórico
vasculham o sentimento
livro aberto
é o que eu tenho aqui por dentro
palavras
as letras
os sons
mas pra você tudo bem
já pra você eu não sei
tomara que eu assalte a tua mente em sonho
te pegue e te leve pra tomar um café
tomara que eu habite teu pesadelo
pra você ver o que pra tosse é bom
impresionante
sábado, 6 de abril de 2019
Invalidade
meu barco despenca
no horizonte
da minha terra plana
minha boca resseca
na cantoria
do hino do país
minha cerveja esquenta
no verão
de uma fakopacabana
minha música para
no momento
de um provável bis
como é possível andar para trás em segundos?
como é possível pegar essa merda com a mão?
não é mais apenas uma visão de mundo
é delírio
contém conservantes
e venceu há um tempão
no horizonte
da minha terra plana
minha boca resseca
na cantoria
do hino do país
minha cerveja esquenta
no verão
de uma fakopacabana
minha música para
no momento
de um provável bis
como é possível andar para trás em segundos?
como é possível pegar essa merda com a mão?
não é mais apenas uma visão de mundo
é delírio
contém conservantes
e venceu há um tempão
segunda-feira, 1 de abril de 2019
se procurar bem tem Hamlet aí
eu achei sentido
do que restou
o que se fazer
criar uma poética toda
recriar
não reviver
a gente pinta o melhor da memória
a gente passa o verniz que lhe cai bem
fazer o quê
é ser assim
ou não ser
esta é a pergunta
a questão
não ser
ao passo que
é
poética
pega-se tudo
cria-se um mundo
e qualquer verdade agora
já seria a mais pura invenção
teu lábio é uma febre
que bota doçura e veneno
tua vida um documentário
transforma o passado no pó
que inalo pra te compensar
reivindica assopros
lufadas de ar
tua mesa é teu cinema
tua cama incendiária
separa tua ação do que realmente pensa
e em um ato
com ou sem poética
cai o pano da tua encenação
do que restou
o que se fazer
criar uma poética toda
recriar
não reviver
a gente pinta o melhor da memória
a gente passa o verniz que lhe cai bem
fazer o quê
é ser assim
ou não ser
esta é a pergunta
a questão
não ser
ao passo que
é
poética
pega-se tudo
cria-se um mundo
e qualquer verdade agora
já seria a mais pura invenção
teu lábio é uma febre
que bota doçura e veneno
tua vida um documentário
transforma o passado no pó
que inalo pra te compensar
reivindica assopros
lufadas de ar
tua mesa é teu cinema
tua cama incendiária
separa tua ação do que realmente pensa
e em um ato
com ou sem poética
cai o pano da tua encenação
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e,
Foi aqui que vim quando não tinha mais pra onde ir Foi daqui que saí quando achei que não tinha mais o que dizer Quanto ao resgate, quanto t...
-
Eu contemplei p ela janela d o outro quarto A imagem a ntiga A mesma d a infância A sete copas d a rua abaixo, v ermelhinha Emocionei Respir...
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Eu continuei, a o som do violino Ao som de mim, m enino Eu vaguei Correndo, e u suei ardendo Em brasa, a seco Em meio, a vastidão Eu cont...
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tive que ir ali não ver não vir fali por que o mesmo que desejo é o tanto que desvejo? platônico antagônico antítese de fato e fim paradoxo...