Busco a esquina
Vejo a venda
Não
Não me apavora mais
sexta-feira, 19 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
. final
Sempre quando jogo sujo
Eu uso
E depois descarto
Eu não limpo
Desinfeto
Eu
Dejeto escreto
Suo o que há de pior em mim
Eu que escrevo
O que a boca suja
Fala
Ela declara
Um palavrão
Sempre quando jogo sujo
Uso
E antes porém
Fujo
Pra não ter que ver
Sinto a porta aberta
Sinto a ronda a espreita
Sinto
Depois me ignoro
Assim como quem põe um ponto
E final
.
Eu uso
E depois descarto
Eu não limpo
Desinfeto
Eu
Dejeto escreto
Suo o que há de pior em mim
Eu que escrevo
O que a boca suja
Fala
Ela declara
Um palavrão
Sempre quando jogo sujo
Uso
E antes porém
Fujo
Pra não ter que ver
Sinto a porta aberta
Sinto a ronda a espreita
Sinto
Depois me ignoro
Assim como quem põe um ponto
E final
.
Assinar:
Postagens (Atom)
traUma
é tanta coisa rondante instante estante é falante ouvir o fonema frus da palavra frustrante e falar o trante difícil, inaudível deselagante ...
-
Eu continuei, a o som do violino Ao som de mim, m enino Eu vaguei Correndo, e u suei ardendo Em brasa, a seco Em meio, a vastidão Eu cont...
-
vi um todo um pouco de mim a força dos sonhos a fantasia jamais desfeita quero cumprir sinas se assim se der um filme bom personagem contra...
-
tive que ir ali não ver não vir fali por que o mesmo que desejo é o tanto que desvejo? platônico antagônico antítese de fato e fim paradoxo...