Tá dito não
Escorpião
De verde
Varrido
Chutado
De fora
Amá-la
Como quem envenena
Retina
Como quem lhe pica na...
Surdina
Como o bonde, o bus, a lotação
Daquele corpo só
Daquele vão
De caber tanto tempo pra passar
Quem sabe ela não fosse dispensar
Amar
Amar
Que boca envenena
Ou envenenará
O sentido
Sentinela
Dolorido
De fenda temporal
Lugar disfuncional
De e para o olhar
Olhar
A moça, peçonha
A bota, um vagão
Entrava-te adentro
Jogou-a no chão
Mas não
Sono
Tempo
...
E não passou
Teriam sido apenas frivolidades
Como quando alguém emprega essa palavra tão frívola
segunda-feira, 16 de julho de 2018
sábado, 14 de julho de 2018
Você não deu valor. Será mesmo?
Vale
Pensar um pouco mais
Pensar um pouco mais
No teu valor
Em quem te deu
Quem mereceu
Se foi você
Em quem te deu
Quem mereceu
Se foi você
Ou se fui eu
Não tem lado
Que sustente
Que sustente
Um mantra mal
Repita cem vezes
Repita pra acreditar
Repita-se
Repete
Torna a repetir
Repete
Torna a repetir
Repete assim que é bom
Repete pra escapar
Repita muito
Repete pra escapar
Repita muito
Repita-se inteiro
De uma repetência peculiar
De uma repetência peculiar
Quem sabe tudo suma
O todo feito
O que houve de bom
Repita
Vale a pena acreditar
Na sua versão
O que houve de bom
Repita
Vale a pena acreditar
Na sua versão
A que você cria
Vende
E vê
Vende
E vê
Quem compra?
Quem não te conheça
sexta-feira, 6 de julho de 2018
Trégua
Que quando o desalento
É desespero
Que a ansiedade
Vira choro
Que a saudade mata
É como
Morte
Mas não
Você não morre
Você me invade
Tua luta não devia ser contra mim
Ninguém é tão errado assim
Tem sempre um pouquinho de nós
Em tudo que erra, em tudo que
Humana
Mente
É
Sabe bem
Eu sou quem mais te quer
Bem
Tem em mim
Um incansável, um guardião
Se a tua solidão me acusou
A minha me ensina a ver
Quantos cegos cabem entre nós dois?
Quanto inquérito!
Caça o bruxo, que sou eu
Culpado de tudo
Mereço fogueira
Mas não queimo, sou frio
Sofreu
Mas se um grande amor não resiste
Não existe?
Amor é uma atitude
Desistir
É não ser
É desespero
Que a ansiedade
Vira choro
Que a saudade mata
É como
Morte
Mas não
Você não morre
Você me invade
Tua luta não devia ser contra mim
Ninguém é tão errado assim
Tem sempre um pouquinho de nós
Em tudo que erra, em tudo que
Humana
Mente
É
Sabe bem
Eu sou quem mais te quer
Bem
Tem em mim
Um incansável, um guardião
Se a tua solidão me acusou
A minha me ensina a ver
Quantos cegos cabem entre nós dois?
Quanto inquérito!
Caça o bruxo, que sou eu
Culpado de tudo
Mereço fogueira
Mas não queimo, sou frio
Sofreu
Mas se um grande amor não resiste
Não existe?
Amor é uma atitude
Desistir
É não ser
domingo, 24 de junho de 2018
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Eu prometi não escrever
Nenhuma linha pra você
Eu prometi não escrever
Nenhuma linha pra você
Aquilo que a gente tem quando não tá com sono
É de madrugada
Não
Eu não dormi
Não
Eu não dormi
Cogito comer
Ou estragar
Tudo que ainda tenho dentro
Tudo que ainda tenho dentro
Errônea
Ideia, sensação
Palavra pra uma rima
Aquilo que a gente tem quando não tá com sono
Ideia, sensação
Palavra pra uma rima
Aquilo que a gente tem quando não tá com sono
Essa página que ora vira
Ora revira tudo de novo em mim
Esse lado da cama
Essa dança-promessa
Essa pressa que vá ou rache
Mais?
Essa dança-promessa
Essa pressa que vá ou rache
Mais?
A mão que não afaga mais
O vapor que não esquenta mais
O desejo de desaparecer
Como uma ausência
Como a sua
Como?
O vapor que não esquenta mais
O desejo de desaparecer
Como uma ausência
Como a sua
Como?
Comer?
Aquilo que a gente tem quando não tá com sono
E a leveza vai ficando pra depois
A tristeza vai querendo ficar
Vai querendo
E vai
E vai
Ela vai
segunda-feira, 28 de maio de 2018
INTRAjeto
O coração fica em paz
Fica sim
Mas, do contrário
Também é bom
Não é ruim
Abrir um mar morto
Por dentro
Abrir
Não fechar
Ser grande
Voar
Ser do tamanho da verdade
Ser tamanho
Não ser metade
Traduzir a alma em poema
Transmitir
Se há algum mistério
Do qual ainda não sabemos
Oremos
Medito
Só pode ser que esteja
Um ato que apenas se veja
O que por dentro mutou
Há que se atravessar
Nem que seja o mar
Nem que em si seja
Fica sim
Mas, do contrário
Também é bom
Não é ruim
Abrir um mar morto
Por dentro
Abrir
Não fechar
Ser grande
Voar
Ser do tamanho da verdade
Ser tamanho
Não ser metade
Traduzir a alma em poema
Transmitir
Se há algum mistério
Do qual ainda não sabemos
Oremos
Medito
Só pode ser que esteja
Um ato que apenas se veja
O que por dentro mutou
Há que se atravessar
Nem que seja o mar
Nem que em si seja
quarta-feira, 9 de agosto de 2017
oi
Eu só quero saber de dizer oi,
não sei,
já foi?
Já fui.
Eu só quero oi não quero nãos
não são,
são uns
né não
nenhuns.
Cravo: quando espreitam o despeito
desprezam um povo comum
E é na cegueira dos loucos
Que me atraio pra ir
Tem mais fogueira nos olhos
de quem não vem pra brincar
E tem espinho fincando
Em mentes que não vão se abrir
E eu só quero dizer oi
saber de dizer
oi
dizer foi
prazer imenso em correr
oi
ao lado e criando a história
da escola
memória
a da mente
da minha imaginação
intermitente ou frequente
não sei
mas que vai
oi
quando vê já foi
quando vê é oi
saber de dizer
quando vê
quando vê?
quando viu?
oi
não sei,
já foi?
Já fui.
Eu só quero oi não quero nãos
não são,
são uns
né não
nenhuns.
Cravo: quando espreitam o despeito
desprezam um povo comum
E é na cegueira dos loucos
Que me atraio pra ir
Tem mais fogueira nos olhos
de quem não vem pra brincar
E tem espinho fincando
Em mentes que não vão se abrir
E eu só quero dizer oi
saber de dizer
oi
dizer foi
prazer imenso em correr
oi
ao lado e criando a história
da escola
memória
a da mente
da minha imaginação
intermitente ou frequente
não sei
mas que vai
oi
quando vê já foi
quando vê é oi
saber de dizer
quando vê
quando vê?
quando viu?
oi
Assinar:
Postagens (Atom)
e,
Foi aqui que vim quando não tinha mais pra onde ir Foi daqui que saí quando achei que não tinha mais o que dizer Quanto ao resgate, quanto t...
-
Eu contemplei p ela janela d o outro quarto A imagem a ntiga A mesma d a infância A sete copas d a rua abaixo, v ermelhinha Emocionei Respir...
-
Eu continuei, a o som do violino Ao som de mim, m enino Eu vaguei Correndo, e u suei ardendo Em brasa, a seco Em meio, a vastidão Eu cont...
-
tive que ir ali não ver não vir fali por que o mesmo que desejo é o tanto que desvejo? platônico antagônico antítese de fato e fim paradoxo...