Todos precisam conhecer o trabalho da excelente fotógrafa Cláudia Olher.
Entrem no seu blog e confiram as imagens que ela colheu do espetáculo ORÉGANO da Cia. Hecatombe que por coincidência tem minha direção, rs.
http://blog.claudiaolher.com.br/
Aproveite para visitar também o blog da Cia. Hecatombe, vou roubar umas fotos da Cláudia e colocar lá!
bloghecatombe.blogspot.com
Aproveitando pra atualizar a agenda dia 24 e 25 de janeiro apresentação de ORÉGANO no Teatro Nelson Castro dentro da programação do JBC - Janeiro Brasileiro da Comédia 2011.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Pronto falei ou anos 90 estão chegando
Quando vem um vazio
Vem de vez e fica
Vem talvez sem vez
E nem se explica
Tudo passa
Vai embora
Acaba
Chega
Acontece
E sensação é vazia
Não me encontre pra dizer que o mundo vai acabar
Eu prefiro ficar e ler
Goiabada com Queijo
De Shakespeare
Ou tomar um copo de Coca
Quando a água do mundo acabar
Aliás, não me encontre pra dizer que a água do mundo vai acabar
Eu prefiro a genialidade inventiva dos novos intelectuais
Eles vão me propor algo novo
Algo que venha depois da internet, do celular e da ovelha Dolly
Se bem que a Dolly é muito 97
O celular é muito 95
E a internet, bem a internet é bem noventa e alguma coisa...
E talvez esse vazio todo
Seja pelo cansaço de falar dos anos 80
Anos 90! Boa ideia!
Os anos 90 estão chegando
E deles eu posso falar
Pronto falei
Vem de vez e fica
Vem talvez sem vez
E nem se explica
Tudo passa
Vai embora
Acaba
Chega
Acontece
E sensação é vazia
Não me encontre pra dizer que o mundo vai acabar
Eu prefiro ficar e ler
Goiabada com Queijo
De Shakespeare
Ou tomar um copo de Coca
Quando a água do mundo acabar
Aliás, não me encontre pra dizer que a água do mundo vai acabar
Eu prefiro a genialidade inventiva dos novos intelectuais
Eles vão me propor algo novo
Algo que venha depois da internet, do celular e da ovelha Dolly
Se bem que a Dolly é muito 97
O celular é muito 95
E a internet, bem a internet é bem noventa e alguma coisa...
E talvez esse vazio todo
Seja pelo cansaço de falar dos anos 80
Anos 90! Boa ideia!
Os anos 90 estão chegando
E deles eu posso falar
Pronto falei
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
Dedicação Quintana
Eu queria trazer-te uns versos muito lindos... Trago-te estas mãos vazias Que vão tomando a forma do teu seio. |
Eu escrevi um poema triste
E belo, apenas da sua tristeza.
Não vem de ti essa tristeza
Mas das mudanças do Tempo,
Que ora nos traz esperanças
Ora nos dá incerteza...
Nem importa, ao velho Tempo,
Que sejas fiel ou infiel...
Eu fico, junto à correnteza,
Olhando as horas tão breves...
E das cartas que me escreves
Faço barcos de papel!
(A Cor do Invisível)
Os degraus
Não desças os degraus do sonho
Para não despertar os monstros.
Não subas aos sótãos - onde
Os deuses, por trás das suas máscaras,
Ocultam o próprio enigma.
Não desças, não subas, fica.
O mistério está é na tua vida!
E é um sonho louco este nosso mundo...
(Baú de Espantos)
Inscrição para um portão de cemitério
Na mesma pedra se encontram,
Conforme o povo traduz,
Quando se nasce - uma estrela,
Quando se morre - uma cruz.
Mas quantos que aqui repousam
Hão de emendar-nos assim:
"Ponham-me a cruz no princípio...
E a luz da estrela no fim!"
(A Cor do Invisível)
A vida
Mas se a vida é tão curta como dizes porque que é que me estás lendo até agora?
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Ideias moram na madrugada
Por que se eu digo
Quero amor
Você me traz logo
O seu toque perfumado
Quero amor
Tem preço?
Ta com desconto,
Ou ta dobrado?
Esta noite tão sutil
Não fez frio
Não fez calor
Fez você tocar meu interfone
Me chamar de qualquer coisa
E não fazer nenhum sentido
Fez sentido não fazer
Pois fez você
Tocar meu interfone
E me chamar de qualquer coisa
Como qualquer coisa boa que pode haver
Ideias moram na madrugada
E daqui a gente é tão esperto
Tão vivo
Tão ciente que agora a gente tem que viver
Daqui de nós tudo passou
O mundo parou
A crise se foi
Nem cheque
Nem poço
Sem fundo
Cheque moço o mundo
O nosso mundo
Girando na órbita de nossos próprios umbigos
Quero amor
Você me traz logo
O seu toque perfumado
Quero amor
Tem preço?
Ta com desconto,
Ou ta dobrado?
Esta noite tão sutil
Não fez frio
Não fez calor
Fez você tocar meu interfone
Me chamar de qualquer coisa
E não fazer nenhum sentido
Fez sentido não fazer
Pois fez você
Tocar meu interfone
E me chamar de qualquer coisa
Como qualquer coisa boa que pode haver
Ideias moram na madrugada
E daqui a gente é tão esperto
Tão vivo
Tão ciente que agora a gente tem que viver
Daqui de nós tudo passou
O mundo parou
A crise se foi
Nem cheque
Nem poço
Sem fundo
Cheque moço o mundo
O nosso mundo
Girando na órbita de nossos próprios umbigos
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Seguindo
Eu quero sair desse lugar comum
Abrir a porta do desconhecido
Pro novo ou pro velho
Voltar
Não quero as mesmas técnicas de sedução
Não penso que as fases passam por que eu quis
Não sei se estou em outra
Ou se apenas abafei em mim meu barulho
Tem coisas que são coisas apenas quando já não são mais
E eu não sei saber se é assim que se sabe
Fora do eixo
Porém de um equilibrio são
Adaptado
Mas com um leve desejo de estar na contra-mão
Não fiz poema pra dizer que ando mal
Nem posso dizer isso
Fiz poema pra dizer que estou vivo
Tem dias que se apegar ao seu fazer
É a melhor forma de provar algo a si mesmo
Quem não se sabe
Não se cabe
E tem mais é que caber
O mundo ta girando
E amanhã continua girando
Tando ou não tando
Você e eu aí
Abrir a porta do desconhecido
Pro novo ou pro velho
Voltar
Não quero as mesmas técnicas de sedução
Não penso que as fases passam por que eu quis
Não sei se estou em outra
Ou se apenas abafei em mim meu barulho
Tem coisas que são coisas apenas quando já não são mais
E eu não sei saber se é assim que se sabe
Fora do eixo
Porém de um equilibrio são
Adaptado
Mas com um leve desejo de estar na contra-mão
Não fiz poema pra dizer que ando mal
Nem posso dizer isso
Fiz poema pra dizer que estou vivo
Tem dias que se apegar ao seu fazer
É a melhor forma de provar algo a si mesmo
Quem não se sabe
Não se cabe
E tem mais é que caber
O mundo ta girando
E amanhã continua girando
Tando ou não tando
Você e eu aí
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e,
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tive que ir ali não ver não vir fali por que o mesmo que desejo é o tanto que desvejo? platônico antagônico antítese de fato e fim paradoxo...





