Se não venho
Esqueço
Não me culpo
O preço
Já não
Reconheço
Será que já vi?
Sempre me interesso
No fim
Meio e começo
Tudo por um terço
Do que eu realmente vim
Na tristeza o choro
Tem mais poema inteiro
O feliz solfejo
Não inspira tanto
Mas se eu me pergunto
O que prefiro
Eu vejo
Que a felicidade
Impõe também seu preço
Cria de mim
Aprende um olhar
Enxerga em volta
Do teu próprio céu
Aprende um olhar
Reaprende esse olhar
Que só tem e pode ganhar
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
terça-feira, 29 de julho de 2014
Ponha o título que quiser
Tanto quanto sei
Mas nem mesmo eu
Sei o quanto dói
Sentir assim
São tantas memórias
São tantos desejos
Que o que dissolve
Espanta
Mas era solúvel?
Se pergunta às tantas
Tanto quanto sabe
Até onde ouviu
A palavra
Quatro letras
Existiu?
Tanto horror pensar
Tanta lágrima que não escorre mais
Muita vida pra levar
Não são dores fatais
Até que o passo
Entre o pescoço e o laço
Não seja algum fracasso
Mas resultado do colapso
Que subentende essa dor
Porém, não se sucumbe assim
Ter dor não é tão ruim
Uma hora ela nos faz crescer
Se ao menos fosse gesto
Aceno, música, piscar d'olhos
Mas, não
Não requer mais solução
Esse aperto requer tempo
Mas a gente não sabe disso agora
Só vai saber amanhã
Por enquanto, é história pra boi dormir
Mas nem mesmo eu
Sei o quanto dói
Sentir assim
São tantas memórias
São tantos desejos
Que o que dissolve
Espanta
Mas era solúvel?
Se pergunta às tantas
Tanto quanto sabe
Até onde ouviu
A palavra
Quatro letras
Existiu?
Tanto horror pensar
Tanta lágrima que não escorre mais
Muita vida pra levar
Não são dores fatais
Até que o passo
Entre o pescoço e o laço
Não seja algum fracasso
Mas resultado do colapso
Que subentende essa dor
Porém, não se sucumbe assim
Ter dor não é tão ruim
Uma hora ela nos faz crescer
Se ao menos fosse gesto
Aceno, música, piscar d'olhos
Mas, não
Não requer mais solução
Esse aperto requer tempo
Mas a gente não sabe disso agora
Só vai saber amanhã
Por enquanto, é história pra boi dormir
terça-feira, 22 de julho de 2014
Minhas palavras numa manhã de amor
Paro
E pronto
Penso
Me pulso inteiro
Meu mundo
O meio
O marco zero
O tempo estreito
Pulmão direito
Respira fundo
E ignora
O que não é
Meu mundo
Não é seu mundo
Nem nosso mundo
Que é oriundo
Desse imenso amor
Hoje parei pensei
Pronto falei
Que do seu lado eu sempre estarei
Serei escudo
E é tudo
Nunca
Quero perder
O teu olhar
Mesmo que isso
Custe o que custar
Rincão profundo
Só não quero terminar com eu te amo
Pois te amar é te amar sem ser verbal
Eu não quero recorrer as rimas lindas
Quero permanecer no espaço lindo do teu ideal
Minhas palavras numa manhã de amor
Não são palavras
Mas também não é flor
Minhas palavras
Pontes que eu quero ter
Entre o que eu sou
E o que é você
Vai bem
Vou bem
E o que a gente tem
Somente a gente tem
Juntar também
Que o pouco e o pouco
Muito contém
E pronto
Penso
Me pulso inteiro
Meu mundo
O meio
O marco zero
O tempo estreito
Pulmão direito
Respira fundo
E ignora
O que não é
Meu mundo
Não é seu mundo
Nem nosso mundo
Que é oriundo
Desse imenso amor
Hoje parei pensei
Pronto falei
Que do seu lado eu sempre estarei
Serei escudo
E é tudo
Nunca
Quero perder
O teu olhar
Mesmo que isso
Custe o que custar
Rincão profundo
Só não quero terminar com eu te amo
Pois te amar é te amar sem ser verbal
Eu não quero recorrer as rimas lindas
Quero permanecer no espaço lindo do teu ideal
Minhas palavras numa manhã de amor
Não são palavras
Mas também não é flor
Minhas palavras
Pontes que eu quero ter
Entre o que eu sou
E o que é você
Vai bem
Vou bem
E o que a gente tem
Somente a gente tem
Juntar também
Que o pouco e o pouco
Muito contém
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Ácido ou sono?
Pode
Parte dessa parte
Uma virtude assombrosa
De vestido e duvidosa
Ser uma sincera espécie de mim
Corre pelo corredor
Corre a mão pelo corrimão
Tem escada, tem perigo
Cabeça e sentença
Presença, choro, gozo
Parando pra pensar
O meio fio é espaçoso
Acrescente coragem
Vinda dali
De longe
Reli
Aquela antiga carta
Não são cartas
Elas são cartas azuis
Atinjo
Mais nem mesmo
Sou capaz
Olhando no espelho
Minha sombra me diz mais
Espaço em branco
Ou em preto
O pb tem mais conceito
Temo respeito
Temo dinheiro
Temo com o temor
E o temo pode ser
Pode ter
Pode ser ter
Pisei em ovos pro teu sono não interromper
O chão foi inevitável não sujar
O chão foi inventado pra pisar
O chão foi feito assim pra se cair, se levantar
Parte dessa parte
Uma virtude assombrosa
De vestido e duvidosa
Ser uma sincera espécie de mim
Corre pelo corredor
Corre a mão pelo corrimão
Tem escada, tem perigo
Cabeça e sentença
Presença, choro, gozo
Parando pra pensar
O meio fio é espaçoso
Acrescente coragem
Vinda dali
De longe
Reli
Aquela antiga carta
Não são cartas
Elas são cartas azuis
Atinjo
Mais nem mesmo
Sou capaz
Olhando no espelho
Minha sombra me diz mais
Espaço em branco
Ou em preto
O pb tem mais conceito
Temo respeito
Temo dinheiro
Temo com o temor
E o temo pode ser
Pode ter
Pode ser ter
Pisei em ovos pro teu sono não interromper
O chão foi inevitável não sujar
O chão foi inventado pra pisar
O chão foi feito assim pra se cair, se levantar
terça-feira, 27 de maio de 2014
Duzentos
Ventos
Momentos
Tormentos
Unguentos
Talentos
Fomentos
Proventos
Atentos
Lentos
Contentos
Sofrimentos
Corrimentos
Sortimentos
Movimentos
Cataventos
Polimentos
Assanhamentos
Divertimentos
Crescimentos
POEMA
Duzentos
Momentos
Tormentos
Unguentos
Talentos
Fomentos
Proventos
Atentos
Lentos
Contentos
Sofrimentos
Corrimentos
Sortimentos
Movimentos
Cataventos
Polimentos
Assanhamentos
Divertimentos
Crescimentos
POEMA
Duzentos
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Pastiche de alguma coisa
Bando
Que dissolve
Em punho
Muito de costume
Não se atire
Ou mude
Vinho e desmazelo
Provo-te primeiro
Nem em pensamento
Vento
Vai e vem de longe
Traz o que se esconde
Perto desespero
Nem mais ver
Pelejo
Resto
Culpa
Ou carapuça
Fuça
Na tua fuça
Russa situação
No penhasco
O pé encrava
Movido baixo e cima
Mentira
Não tem rima
Não é cisma
É de fato um riacho
Profundo
Vai se transformando
Até ganhar o mundo
Tua queda
Meu desfiladeiro
Alguma coisa muda
Quando altera este ponteiro
Releio, releio, releio
E saio pra um passeio
Procuro no teu bolso
Mas só acho um tiroteio
Não veio, não veio
Bora andar
Prefiro a voz com lama
Do que não te ouvir falar
Que dissolve
Em punho
Muito de costume
Não se atire
Ou mude
Vinho e desmazelo
Provo-te primeiro
Nem em pensamento
Vento
Vai e vem de longe
Traz o que se esconde
Perto desespero
Nem mais ver
Pelejo
Resto
Culpa
Ou carapuça
Fuça
Na tua fuça
Russa situação
No penhasco
O pé encrava
Movido baixo e cima
Mentira
Não tem rima
Não é cisma
É de fato um riacho
Profundo
Vai se transformando
Até ganhar o mundo
Tua queda
Meu desfiladeiro
Alguma coisa muda
Quando altera este ponteiro
Releio, releio, releio
E saio pra um passeio
Procuro no teu bolso
Mas só acho um tiroteio
Não veio, não veio
Bora andar
Prefiro a voz com lama
Do que não te ouvir falar
sexta-feira, 23 de maio de 2014
praticarpalavraspraentenderalteridade
palavrasquenãocabemmaisdentrodeumcontextoquenãocabemmaisdentrodeumpeitoquenãocabemmaisdentrodeumavírrgulaquenãocabemmaisdentrodemimsaltamrevoltasprabuscarfelicidadeedeverdadeeujáacheivocênãoqueromaisquererbemmaissóqueromaisquererteversaberquevocêtambémquerviverdeestardoladoassimjuntandooqueébomemnóspassandoumavidabemfazendocompanhialeaisemumauniãoeupravocêevocêpramimetudoquevierélucroetudoquenãodernãodeupratudoexistiráconversaavidanãoémarderosasmasatravessaromaremressacajuntosésempreumaboaformadenosparoximarmosmaisporquedepoisdevocêmeumundotemmaissentidoseentãoentenderseráprasempreumasoluçãojamaismaisfáciléporémmaisplausívelnessemundodehojeachoqueéassimquefazprateramanhã
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e,
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tive que ir ali não ver não vir fali por que o mesmo que desejo é o tanto que desvejo? platônico antagônico antítese de fato e fim paradoxo...