Pode
Parte dessa parte
Uma virtude assombrosa
De vestido e duvidosa
Ser uma sincera espécie de mim
Corre pelo corredor
Corre a mão pelo corrimão
Tem escada, tem perigo
Cabeça e sentença
Presença, choro, gozo
Parando pra pensar
O meio fio é espaçoso
Acrescente coragem
Vinda dali
De longe
Reli
Aquela antiga carta
Não são cartas
Elas são cartas azuis
Atinjo
Mais nem mesmo
Sou capaz
Olhando no espelho
Minha sombra me diz mais
Espaço em branco
Ou em preto
O pb tem mais conceito
Temo respeito
Temo dinheiro
Temo com o temor
E o temo pode ser
Pode ter
Pode ser ter
Pisei em ovos pro teu sono não interromper
O chão foi inevitável não sujar
O chão foi inventado pra pisar
O chão foi feito assim pra se cair, se levantar
quinta-feira, 5 de junho de 2014
terça-feira, 27 de maio de 2014
Duzentos
Ventos
Momentos
Tormentos
Unguentos
Talentos
Fomentos
Proventos
Atentos
Lentos
Contentos
Sofrimentos
Corrimentos
Sortimentos
Movimentos
Cataventos
Polimentos
Assanhamentos
Divertimentos
Crescimentos
POEMA
Duzentos
Momentos
Tormentos
Unguentos
Talentos
Fomentos
Proventos
Atentos
Lentos
Contentos
Sofrimentos
Corrimentos
Sortimentos
Movimentos
Cataventos
Polimentos
Assanhamentos
Divertimentos
Crescimentos
POEMA
Duzentos
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Pastiche de alguma coisa
Bando
Que dissolve
Em punho
Muito de costume
Não se atire
Ou mude
Vinho e desmazelo
Provo-te primeiro
Nem em pensamento
Vento
Vai e vem de longe
Traz o que se esconde
Perto desespero
Nem mais ver
Pelejo
Resto
Culpa
Ou carapuça
Fuça
Na tua fuça
Russa situação
No penhasco
O pé encrava
Movido baixo e cima
Mentira
Não tem rima
Não é cisma
É de fato um riacho
Profundo
Vai se transformando
Até ganhar o mundo
Tua queda
Meu desfiladeiro
Alguma coisa muda
Quando altera este ponteiro
Releio, releio, releio
E saio pra um passeio
Procuro no teu bolso
Mas só acho um tiroteio
Não veio, não veio
Bora andar
Prefiro a voz com lama
Do que não te ouvir falar
Que dissolve
Em punho
Muito de costume
Não se atire
Ou mude
Vinho e desmazelo
Provo-te primeiro
Nem em pensamento
Vento
Vai e vem de longe
Traz o que se esconde
Perto desespero
Nem mais ver
Pelejo
Resto
Culpa
Ou carapuça
Fuça
Na tua fuça
Russa situação
No penhasco
O pé encrava
Movido baixo e cima
Mentira
Não tem rima
Não é cisma
É de fato um riacho
Profundo
Vai se transformando
Até ganhar o mundo
Tua queda
Meu desfiladeiro
Alguma coisa muda
Quando altera este ponteiro
Releio, releio, releio
E saio pra um passeio
Procuro no teu bolso
Mas só acho um tiroteio
Não veio, não veio
Bora andar
Prefiro a voz com lama
Do que não te ouvir falar
sexta-feira, 23 de maio de 2014
praticarpalavraspraentenderalteridade
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sábado, 17 de maio de 2014
Destino: Palavras
Palavras
Quando soltas
Tem destino
Atmosfera
Seu- Meu - Seus - Nossos
Fatiada... Psiu.... Fatigada...
Xiiiii
Palavras mastigadas
Não correspondem a razão
Um beco
Um poste
Uma lâmpada quebrada
Um sino sem igreja
Um plástico bolha perto do trilho do trem
Um vento
E um rosto
Você parece sorrir
E eu pareço esperar
Você parece esperar
E eu pareço esperar
Eu pareço esperar
Você parece dizer algo
Se for eu te amo
Meu corpo apazígua
É
Minutos
Passados trem
Viagem vai
Volta e tem
Mais
De novo
Vem
De volta
Vou
Meu querer
Não vê
Só faz
Teletransporte
Telepatia
Segundo
Ao lado
Pronto-prático
A sós
E nada significa
Mais
Que os lençóis
Em que nós
Juntos
Estamos sobre
Quando soltas
Tem destino
Atmosfera
Seu- Meu - Seus - Nossos
Fatiada... Psiu.... Fatigada...
Xiiiii
Palavras mastigadas
Não correspondem a razão
Um beco
Um poste
Uma lâmpada quebrada
Um sino sem igreja
Um plástico bolha perto do trilho do trem
Um vento
E um rosto
Você parece sorrir
E eu pareço esperar
Você parece esperar
E eu pareço esperar
Eu pareço esperar
Você parece dizer algo
Se for eu te amo
Meu corpo apazígua
É
Minutos
Passados trem
Viagem vai
Volta e tem
Mais
De novo
Vem
De volta
Vou
Meu querer
Não vê
Só faz
Teletransporte
Telepatia
Segundo
Ao lado
Pronto-prático
A sós
E nada significa
Mais
Que os lençóis
Em que nós
Juntos
Estamos sobre
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Em algum lugar
Numa noite adormeço
Num dia amanheço
Nas nuvens viajo
Nas estrelas escrevo
No sol eu me aqueço
No mundo da lua
Na lua me encho
No céu meu voo
No mar meu nado
No nada, nada
Na estrada caminhada
Na luta prontidão
Na escada sobe-desce
No carro direção
No espelho, espelho meu
Nos bares drinks bons
No apelo um disparate
No ouvido um bom som
Nas costas experiência
Nos fatos constatação
Na saída placa de exit
Na janela só tem vitrô
No sofá um gato triste
Na ladeira elevador
Nos primeiros alguns minutos
Nos primórdios o verbo e a luz
Numa rima palavra boa
Numa rima contradição
Numa rima a fúria e o som
Num jardim flor
No amor você
No final créditos
Num dia amanheço
Nas nuvens viajo
Nas estrelas escrevo
No sol eu me aqueço
No mundo da lua
Na lua me encho
No céu meu voo
No mar meu nado
No nada, nada
Na estrada caminhada
Na luta prontidão
Na escada sobe-desce
No carro direção
No espelho, espelho meu
Nos bares drinks bons
No apelo um disparate
No ouvido um bom som
Nas costas experiência
Nos fatos constatação
Na saída placa de exit
Na janela só tem vitrô
No sofá um gato triste
Na ladeira elevador
Nos primeiros alguns minutos
Nos primórdios o verbo e a luz
Numa rima palavra boa
Numa rima contradição
Numa rima a fúria e o som
Num jardim flor
No amor você
No final créditos
sábado, 10 de maio de 2014
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traUma
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