quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Me arrepiei quando Patrícia Selonk gritou:

Porque eu tava na praia peneirando areia insistentemente, vieram me perguntar:

- O que você procura na areia?

Eu disse:

- Eu procuro a outra parte de mim que perdi.

- Mas você não vai achar nada aí, sua boba!

Então eu respodi, sorrindo:

- Já procurei meu amor em tantos lugares, não custa procurar aqui!

Um comentário:

C.M disse...

bom diálogo. A procura do amor sempre.

traUma

é tanta coisa rondante instante estante é falante ouvir o fonema frus da palavra frustrante e falar o trante difícil, inaudível deselagante ...