Parece que é preciso limbar
Entrar no limbo da mente
Não reconhecer os identificável
Salvaguardar-se do real
Pra quando fluir
Fluir melhor o imaginário
Uma pausa
Pausa
De quem
Com certeza
Ainda não disse tudo
Tudo o que tinha
Pra dizer
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
Meu coração, eu sei porque... (talvez)
Meu coração tem um sinal de alerta pros momentos em que ele não sabe o que fazer.
Ele está sempre insistindo pra sair pela boca,
Mas todo o resto que tem por dentro lhe diz não.
Meu coração tem cara de medo em dias solitários
E cara de coragem quando quer se repartir em dois.
Irriga por mim e por você se precisar,
Não pensa e não quer pensar.
Você então pode achar que meu coração é burro,
Mas ele não é.
Ele apenas faz o que tem que fazer e é o que tem que ser.
Tudo porque está dentro de mim,
O que faz pensar que a culpa é minha a cada vez que ele ignora meu senso racional das coisas.
Ele está sempre insistindo pra sair pela boca,
Mas todo o resto que tem por dentro lhe diz não.
Meu coração tem cara de medo em dias solitários
E cara de coragem quando quer se repartir em dois.
Irriga por mim e por você se precisar,
Não pensa e não quer pensar.
Você então pode achar que meu coração é burro,
Mas ele não é.
Ele apenas faz o que tem que fazer e é o que tem que ser.
Tudo porque está dentro de mim,
O que faz pensar que a culpa é minha a cada vez que ele ignora meu senso racional das coisas.
Oitenta e Nove
Esse silêncio calmo e frio
Me apavora secretamente
Um barulho ou dois
Som de ventilador
E dedos que digitam
Escolho um som
Bang, Bang Bill
My baby you shot me down
E isso passa a fazer todo o sentido
Da um status único
Pro que é pra ser teu
Um poema, um jogo de palavras
Eu
Vou agora lá atrás
É primavera
A última
Muros caem
Guerras esfriam
Fim de década
Oitenta e Nove
Assim que tudo como eu sei pode não ter explicação
Tem sentindo a vida vir
Brotar, Fluir
Sempre, embora, em vão
Me coloco a saudar e refletir
Não se assusta com essa rima
Tem mais poros meus
Que um assovio de amor
Ou flores singelas
A última flor do poeta
Nascida na última primavera da década
Essa primavera que não acabou
Continuou assim, linda
Continuo aqui, em mim
Floresceu...
Me apavora secretamente
Um barulho ou dois
Som de ventilador
E dedos que digitam
Escolho um som
Bang, Bang Bill
My baby you shot me down
E isso passa a fazer todo o sentido
Da um status único
Pro que é pra ser teu
Um poema, um jogo de palavras
Eu
Vou agora lá atrás
É primavera
A última
Muros caem
Guerras esfriam
Fim de década
Oitenta e Nove
Assim que tudo como eu sei pode não ter explicação
Tem sentindo a vida vir
Brotar, Fluir
Sempre, embora, em vão
Me coloco a saudar e refletir
Não se assusta com essa rima
Tem mais poros meus
Que um assovio de amor
Ou flores singelas
A última flor do poeta
Nascida na última primavera da década
Essa primavera que não acabou
Continuou assim, linda
Continuo aqui, em mim
Floresceu...
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Soprando instantes
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Quer dizer gostar
Eu já comecei
Ter que escrever
De fora pra dentro
Sim
Primeiro sentindo
Depois cuspindo
É que sou inseguro
Não fui lá atrás
Mas sou agora
Agora que ontem
Não te vi
Agora que gostei
Do beijo (encaixado)
Do cheiro (nosso)
E do coração batendo
Na minha orelha
Fiz isso com todos
Fiz isso pra todos
E depois de aprender
A realidade
Nenhuma franqueza
Me apavora
Só as faltas
Só a falta dela
Não parar de pensar
Quer dizer gostar
Eu acho
Ter que escrever
De fora pra dentro
Sim
Primeiro sentindo
Depois cuspindo
É que sou inseguro
Não fui lá atrás
Mas sou agora
Agora que ontem
Não te vi
Agora que gostei
Do beijo (encaixado)
Do cheiro (nosso)
E do coração batendo
Na minha orelha
Fiz isso com todos
Fiz isso pra todos
E depois de aprender
A realidade
Nenhuma franqueza
Me apavora
Só as faltas
Só a falta dela
Não parar de pensar
Quer dizer gostar
Eu acho
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Antes de não ter mais tempo

Cala a boca
Antes de abrir
Verifica o fluxo de mosca
Não, não posso ter dito tudo
E não posso estar sem ter o que dizer
Mas sentir
Eu sinto
Quando eu acabar
Com essa raiva
Eu juro que dou
Uma coisa melhor
Um algo de bom
Não sei sentir angustia
Ela é mais que sentir
Ela é ser
E se eu sou
E se eu sou
O que não é sentir
Vivo
Sai da mesma
Encontra teu rumo
Acha meu endereço
E me encontra
Tem tempo demais ainda
Antes de não ter mais tempo
sábado, 2 de julho de 2011
Ele se entrou
Eu ouvi dizer dessa lacuna
Esse beco criativo
Sem saída
Essa minuta mal escrita
Essa letrinha pequena, de bula
Desinteligente
Sabe que eu sonhei com coisas boas
Eu passei do in ao out
Assim como eu mesmo quis
Eu transcrevi significados
Os que significam só pra mim
Nessa altura eu já olhei pra baixo várias vezes
Indiquei a saída
Desrespeitei o farol vermelho
Não me diz eu ser um escritor de coisas tristes
Eu apenas revelei a cabecinha inquieta de um menino
Um pequeno príncipe
Um extramundo
Desses que são de um mundo tão comum quanto o nosso
Ou o seu
Perguntou-se:
- Sonhei acordado?
E foi respondido:
- Sim, mas não me lembro do sonho.
Olhou e não viu nada além da sua própria necessidade
Ficou instrospecto e desejou uma coisa
Uma caixa
Um guarda-roupa
Seu edredom
Ele se entrou
E prometeu sair quando tudo fizesse mais sentido
Ele está lá ainda
Esse beco criativo
Sem saída
Essa minuta mal escrita
Essa letrinha pequena, de bula
Desinteligente
Sabe que eu sonhei com coisas boas
Eu passei do in ao out
Assim como eu mesmo quis
Eu transcrevi significados
Os que significam só pra mim
Nessa altura eu já olhei pra baixo várias vezes
Indiquei a saída
Desrespeitei o farol vermelho
Não me diz eu ser um escritor de coisas tristes
Eu apenas revelei a cabecinha inquieta de um menino
Um pequeno príncipe
Um extramundo
Desses que são de um mundo tão comum quanto o nosso
Ou o seu
Perguntou-se:
- Sonhei acordado?
E foi respondido:
- Sim, mas não me lembro do sonho.
Olhou e não viu nada além da sua própria necessidade
Ficou instrospecto e desejou uma coisa
Uma caixa
Um guarda-roupa
Seu edredom
Ele se entrou
E prometeu sair quando tudo fizesse mais sentido
Ele está lá ainda
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traUma
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